24 de agosto de 2015

Artigos - Dons Espirituais: Construir



Dons Espirituais: Contribuir

Mark Driscoll 

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Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça; se é contribuir, que contribua generosamente... (Rm 12:6-8 NVI)

O Dom Espiritual de Contribuir Definido

O dom de contribuir é a habilidade de dar dinheiro e outras formas de riqueza alegre, sábia e generosamente para satisfazer as necessidades de outros e ajudar a sustentar ministérios.

Pessoas com o Dom de Contribuir

Independentemente da quantia, pessoas com este dom genuinamente veem seus tesouros, talentos e tempo como pertencentes a Deus e não a eles mesmos. Eles são frequentemente movidos a satisfazer as necessidades físicas de outros. Eles gostam de dar de si mesmos e do que têm. Mesmo quando eles não possuem os recursos para ajudar, eles oram fervorosamente para que essas necessidades sejam atendidas.

Contribuir nas Escrituras

Aproximadamente 25 por cento das palavras de Jesus nos Evangelhos estão relacionadas aos nossos recursos e a mordomia para com eles. Embora ele fosse pobre, Jesus não só alimentou milhares (Marcos 6:41) mas também deu-nos sua vida como um presente (João 15:13). Em outros pontos na Bíblia, a viúva (Marcos 12:42-43), Tabita (Atos 9:36), Barnabé (Atos 4:34-37), e a igreja macedônia (2 Cor. 8:1-2), todos tiveram este dom.

Você tem esse dom?
  • Você tende a ver as necessidades dos outros mais do que outras pessoas costumam fazer?
  • Você gosta de dar do seu tempo, talento e riqueza para outros?
  • Você entende que contribuir para um projeto digno é uma honra e um privilégio?
  • Você contribui regularmente para a igreja com alegria e sacrificialmente?
  • Você ouve frequentemente as pessoas comentarem que você é uma pessoa generosa?
  • Você procura oportunidades para dar seu dinheiro mesmo quando ninguém pergunta?
Fonte: Bom Caminho

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Nota do Editor: A publicação desta série não implica em plena concordância do blog massoreticos.blogspot.com.br com a opinião do autor. Creio que o assunto é controverso e não dispomos de abundantes informações nas Escrituras, principalmente a respeito das características peculiares de cada dom citado. A série é publicada aqui para reflexão e avaliação inteligente do leitor. "julgai todas as coisas, retende o que é bom;" (1 Ts 5:21 RA) 

2 de agosto de 2014

Artigos - Dons Espirituais: Encorajamento

Dons Espirituais: Encorajamento

Mark Driscoll

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"Temos diferentes dons, de acordo com a graça que nos foi dada. Se alguém tem o dom de profetizar use-o na proporção da sua fé. Se o seu dom é servir, sirva; se é ensinar, ensine; se é dar ânimo, que assim faça... (Rm 12:6-8 NVI)

O Dom Espiritual de Encorajamento Definido

O dom de encorajamento (também chamado de dom de exortação) envolve motivar, encorajar e consolar outras pessoas de forma que elas amadureçam na sua caminhada com Jesus. 

Pessoas com o Dom de Encorajamento

Cristãos com este dom têm uma sensibilidade incomum para com aqueles que estão desanimados ou em lutas e são atraídos para eles. Como resultado, as pessoas tendem a procurá-los em busca de palavras restauradoras, verdade graciosa e conselho compassivo. Estas pessoas também tendem a ter um alto grau de paciência e otimismo. Elas podem ter uma queda para relacionamentos um-a-um e preferem trabalhar com indivíduos ou pequenos grupos. 

Encorajamento nas Escrituras

Jesus nos disse para amar até mesmo os nossos inimigos e fazer bem a eles (Lucas 6:27-35), e exortou as pessoas a deixarem sua vida de pecado (João 8:11). Barnabé, cujo nome significa "Filho do Encorajamento" (Atos 4:36), encorajou a Paulo (Atos 9:27) e João Marcos (Atos 15:39). Paulo tinha este dom (Atos 14:21-22; 16:40; 20:1) como também Judas e Silas (Atos 15:31-32). 

Você tem esse dom? 
  • As pessoas te procuram para aconselhamento e encorajamento?
  • Você gosta de caminhar com alguém através de dificuldades?
  • Você é atraído em direção àqueles que estão sofrendo e necessitados?
  • Você é paciente com as pessoas?
  • Você preferiria falar pessoalmente com alguém sobre os seus problemas do que enviar outra pessoa para ajudar?
  • Você acha fácil expressar alegria na presença daqueles que estão sofrendo?
Fonte: Bom Caminho

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Nota do Editor: A publicação desta série não implica em plena concordância do blog massoreticos.blogspot.com.br com a opinião do autor. Creio que o assunto é controverso e não dispomos de abundantes informações nas Escrituras, principalmente a respeito das características peculiares de cada dom citado. A série é publicada aqui para reflexão e avaliação inteligente do leitor. "julgai todas as coisas, retende o que é bom;" (1 Ts 5:21 RA) 

27 de julho de 2014

Artigos - Verdadeiro Evangelho? Que Nada!

Ultimamente, tenho ouvido muitos dos que abandonaram a comunhão da igreja afirmarem que estão vivendo o verdadeiro evangelho. Quanto às suas antigas comunidades de fé, os dissidentes são unânimes ao dizer que são institucionalizadas, podres, idólatras, distantes dos princípios básicos da fé cristã, e irremediavelmente longe do verdadeiro evangelho. Contudo, quando analiso suas atitudes não consigo enxergar os traços do Jesus de Nazaré. Porquanto, seu “ministério”, se é que podemos chamar assim, consiste apenas em criticar tudo e todos. Ninguém presta, a não ser os ícones do desigrejamento, os quais são elevados ao mesmo nível dos tele-pastores. Isto é, seus ícones estão para eles tal como os "ungidos" estão para os neopentecostais. Até porque, conforme advogam, quem não pensa como eles ou é manipulado ou manipulador. Parafraseando o dito de Natanael (Jo 1.46), os “verdadeiros servos de Jesus” entendem que nada pode vir de bom de “Nazaré”, ou seja, do ajuntamento chamado por eles de instituição.
 
Viver o verdadeiro evangelho, na concepção desses indivíduos, é ridicularizar os outros arrogando para si a propriedade do mais alto conhecimento bíblico e filosófico; é acusar os outros de imbecilização, é diminuir o próximo e superestimar o próprio ego. É mais ou menos assim: “quem não pensa como eu, é imbecil e manipulado”. Quanta santidade! Não consigo imaginar Jesus fazendo isso. Ele chamou sim os fariseus de hipócritas, mas nunca tentou ridicularizá-los ou colocar-se como super intelectual, reduzindo-os ao nível de Neandertais. 
 
Será que isso é viver o verdadeiro evangelho? Abandonar os títulos eclesiásticos, mas fazer questão dos seculares, tais como escritor, líder de movimentos na internet, pensador, juiz, médico, etc. Não me lembro de Jesus incentivando esse tipo de coisa. Mesmo assim, todo mundo faz e não vê problema nenhum nisso. Problemático é só ser pastor, diácono ou qualquer outra coisa no contexto da igreja, ainda que esses títulos apareçam na Bíblia. Tudo é bom quando convém!
 
Criticam o clericalismo, mas não abrem mão do capitalismo, dos altos salários, etc. Estranho... Jesus viveria assim hoje? Pelo que me lembro, depois que iniciou Seu ministério, o Mestre não escreveu uma linha sequer, abriu mão de seu emprego, e passou o resto de seus dias na Terra propagando as boas novas. De igual modo, no livro de Atos, as pessoas vendiam suas propriedades ao invés de adquirir carros e casas luxuosas. Além disso, distribuíam tudo aos pobres. Quem faz isso hoje? Será que tem alguém vivendo como Jesus viveu? Nem os que alegam viver o “verdadeiro evangelho” o fazem! Por que não abrem mão de seus empregos, carros, casas, notebooks, tablets, I-phones, e doam tudo aos pobres?
 
Criticar é fácil. O mais difícil é amar as pessoas apesar de todas essas dificuldades. Foi para isso que Jesus nos chamou! Por isso, Ele mesmo reuniu um monte de problemáticos e denominou-os apóstolos. Justamente, para que pudessem aprender a amar a despeito das imperfeições. Pensando assim, consigo enxergar na “instituição religiosa” (maneira como os “verdadeiros cristãos” chamam a igreja) uma rica oportunidade de viver o evangelho genuíno. No meio de todos os problemas, amando todos aqueles imperfeitos, vivendo como Cristo, que não abandonou a comunidade judaica, antes, a priorizou na sua evangelização (Mt 10.6). O Mestre jamais abandonou o templo ou as sinagogas, só não fez deles o centro de sua vida. Lucas, inclusive, relata que era Seu costume ir à sinagoga aos sábados (Lc 4.16). 
 
Se igreja é encontro, conforme advogam esses, porque não se encontrar com frequência para cultuar, como faziam nossos irmãos desde o primeiro século? De acordo com a Bíblia, eles se reuniam nos lares, mas também estavam juntos templo (At 2.46). Muitas comunidades de fé observam essa prática nos dias de hoje: cultuam no templo aos domingos e durante a semana se reúnem nos lares, em pequenos grupos. Ah, mas isso também, como pensam os “verdadeiros cristãos”, faz parte de uma estrutura opressora e clericalista que quer somente manipular e usar os crentes a seu bel-prazer. Mesmo que essa “estrutura” ajude pessoas a serem inseridas, a se tornarem melhores seres humanos, continua sendo um instrumento “do mal”. Ainda que essa “estrutura” contribua com a saúde e a educação de nosso país, permanece sendo “maligna”. Eu hein! Que pensamento esquisito! 
 

26 de julho de 2014

Personagens Bíblicos - Noé

Esboços Biográfricos de Personagens Preeminentes da Bíblia

Noé
O contrutor da arca.

SUA ORIGEM E PRIMEIROS ANOS
Não se conhece nada sobre seus primeiros anos. Aparece pela primeira vez nas Escrituras com quinhentos anos de idade.

Seu bisavô, Enoque, foi homem sobremaneira piedoso, e que pela graça divina escapou da morte. Foi trasladado, Gn 5.22-24; At 11.5.

Seu avô, Matusalém, foi o homem que mais viveu, segundo Gn 5.25-27. O nome de seu pai era Lameque, aparentemente homem religioso, que deu a seu filho um nome que significa "Descanso", Gn 5.29.

CONDIÇÕES DA SOCIEDADE NESTA ÉPOCA
Noé viveu em uma época perdidamente corrupta. Os homens haviam-se tornado tão depravados, de modo universla, que o Senhor determinou a destruir a raça humana, Gn 6.1-7. Em meio a essa escuridão moral, a vida de Noé brilhou com sua justiça, Gn 6.8-9.

SUA COMISSÃO DIVINA
Devido à maldade existente na terra, Deus revelou a Noé que enviaria um grande dilúvio a fim de exterminar o homem da face da terra.

Deus deu-lhe uma tarefa estranha e impossível do ponto de vista humano: construir um imenso barco para preservar a vida de sua própria família e de certas espécies do reino animal. A magnitude de tal tarefa é difícil de entender.

Noé estava rodeado de incrédulos malvados que riam de seu trabalho. Converteu-se em motivo de zombaria; no entanto, manteve sua fé e continuou seu trabalho ano após ano, taraefa que para seus vizinhos parecia indicar que ficara louco.

Considerando seu meio ambiente, a grandiosidade da obra para qual foi cahamado, e tantos anos de trabalho árduo, ele ressalta-se como insuperável, ou talvez inigualável, entre todas as personagens bíblicas com fé persistente.

A ARCA

 Não se determina com exatidão as dimensões da arca. Dependem do tamanho do côvado antigo. Aqui é considerado como sendo de 45cm. Acerca do tempo investido na construção, compare Gn 5.32 com 7.6.

Noé aparentemente admoestou e exortou o povo, enquanto trabalhava na arca, (2Pe 2.5).


OS ÚLTIMOS DIAS DO DILÚVIO
  • A reunião dos animais e a entrada de Noé e sua família na arca, Gn 7.1-16; e
  • O Senhor fecha a porta da arca, Gn 7.16.
ACONTECIMENTOS DURANTE E DEPOIS DO DILÚVIO
  • A duração do dilúvio, Gn 7.24;
  • A diminuição das águas, Gn 8.3;
  • O repouso da arca sobre a terra, Gn 8.4;
  • O envio das aves, Gn 8.6-12;
  • A saída da arca, Gn 8.15-18;
  • Noé edifica um altar e oferece um sacrifício, Gn 8.20;
  • É honrado por um pacto eterno, Gn 9.9-17;
  • Planta uma vinha e cede à tentação, Gn 9.21; e
  • Morte, Gn 9.28-29.
Fonte: Bíblia de Referência Thompson